PERGUNTAS FREQUENTES

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Descongelei o produto. Posso voltar a congelar?

Depois de descongelado, o produto deve ser cozinhado de imediato e só depois é que se pode voltar a congelar.

Passou a validade do produto. Posso consumir?
Sim, desde que nunca tenha sido descongelado. No entanto, pode notar a perda de alguma qualidade do produto.
O meu congelador descongelou. Posso consumir o produto?
Depende do tempo que decorreu após a descongelação. A nossa sugestão é cozinhar e consumir. Pode sempre voltar a congelá-lo após confeccionado.
Congelar em casa ou comprar alimentos congelados industrialmente é a mesma coisa?
A nível industrial aplica-se uma tecnologia de congelação denominada ultracongelação. Este processo apresenta a particularidade de combinar temperaturas muito baixas com técnicas de distribuição de frio que tornam o processo de congelação muito rápido. Os alimentos atingem temperaturas de -20 ºC a -30 ºC em minutos. Esta congelação rápida dá lugar à formação de microcristais que mantêm intactas as propriedades naturais do alimento.
Posso cozinhar peixe (medalhões, postas, tranches), sem que este tenha sido previamente descongelado?
Sim, pode. Não é necessário descongelar o peixe se for para cozer, estufar ou preparar no forno. Deve sempre seguir as instruções da embalagem ou consultar a ficha detalhada do produto.
O que é o peso líquido escorrido?
O peso líquido escorrido é a quantidade de produto congelado antes de se juntar a água de vidragem.
O que é a água de vidragem?
A água de vidragem é a água que se adiciona a um produto antes de ser ultracongelado, mediante imersão ou pulverização, e que tem como objectivo evitar a desidratação do produto.
O que é embalagem a vácuo?
As embalagens a vácuo permitem uma melhor preservação dos alimentos, já que o ar e as bactérias são retirados. Este tipo de embalagens permite a concentração dos sucos do pescado (peixe, marisco e cefalópodes), tornando-o mais suculento. Este tipo de embalagem é muito prático e simples de utilizar na cozinha. Até é possível cozinhar o peixe no microondas.
O que são cefalópodes?

Os cefalópodes (Cephalopoda, que significa “pés na cabeça”) são a classe de moluscos marinhos a que pertencem os polvos, as lulas, as potas e os chocos.
Os cefalópodes apresentam um corpo com simetria bilateral, cabeça e olhos bem desenvolvidos e boca dotada de um bico quitinoso, rodeada por uma coroa de tentáculos. É na boca que existe um órgão laminar chamado rádula, que reveste uma formação muscular lingual e se destina especialmente à função de mastigação.
São animais extremamente rápidos, tendo desenvolvido um sistema de propulsão em forma de funil (jacto-propulsão), que é uma modificação do pé dos restantes moluscos. A pele contém células pigmentadas, chamadas cromatóforos, que mudam de cor para efeitos de comunicação e de camuflagem, em resultado de acções nervosas directas.
A concha está ausente nos polvos, é interna nos chocos, nas potas e lulas e externa no náutilo e no argonauta. Muitos cefalópodes possuem uma bolsa de tinta onde se forma um líquido escuro, designado “ferrado”, que ao ser lançado forma uma nuvem à sua volta e lhes serve de protecção contra os predadores.
Conhecem-se cerca de 800 espécies atuais de cefalópodes e duas importantes subclasses de cefalópodes fósseis, nas quais se incluem os amonóides, extintos no fim do Cretáceo, há cerca de 65,5 milhões de anos.

É verdade que o pescado, em particular o marisco, apresenta elevados teores de colesterol?

Na maioria dos peixes os teores de colesterol são relativamente baixos, enquanto em alguns cefalópodes e crustáceos podem ser mais elevados. No passado os moluscos bivalves foram excluídos das dietas com baixo teor em colesterol pois considerava-se que o teor de colesterol era muito elevado.

Actualmente, a utilização de novas metodologias analíticas na quantificação do colesterol permitiu concluir que os valores tinham sido sobrestimados e o nível de colesterol em várias espécies de moluscos era inferior ao publicado. Assim, foram identificadas em ostras, vieiras, berbigões e outros bivalves concentrações elevadas de fitoesteróis, cuja estrutura química se assemelha à do colesterol, mas apresentam efeitos benéficos para a saúde ao inibirem a absorção do colesterol.

As espécies mais consumidas em Portugal apresentam teores baixos de colesterol e aquelas que têm níveis mais elevados possuem também outros constituintes que contrariam a absorção deste composto.

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